segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Quanto será que vale a vida de um ente querido?

            Vejo as notícias da luta dos bombeiros militares por melhores condições de serviço e um salário digno para sua classe.
Quando vejo tamanho descaso para o aumento salarial desta classe a quem muitos devem a vida, vem a minha cabeça as seguinte pergunta para o governo e para todos aqueles que são responsáveis por conceder-lhes o que está sendo reivindicado.
A primeira pergunta é: Será que os governantes e parlamentares seriam capazes de arriscarem suas vidas para salvarem outras pessoas, a maioria desconhecidas, pelo salário que concederam aos bombeiros militares?
Segunda pergunta: Quanto vale a vida de um ente querido, como por exemplo os filhos? Será que para esses governantes vale apenas o salário recebido atualmente por esses militares?
Eu sei que é uma incoerência muito grande, os políticos terem um salário tão alto, enquanto que os militares em geral, receberem uma quantia insignificante se comparado ao salários dos políticos, para proteger e salvar as pessoas e seu país, arriscando suas próprias vidas.
Isso é uma injustiça!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo


Pessoal, o cabo Benevenuto Daciolo e o capitão Alexandre Marquesini, que foram presos ontem durante um portesto em frente ao Palácio da Guanabara, em Laranjeiras, zona sul do Rio, estão soltos e já voltaram para Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), onde outros manifestante continuam acampados.
Como eu falei no programa de quarta, os caras continuam reivindicando melhores salários e condições de trabalho. Eles lutam por um piso salarial de R$ 2 mil, querem o fim das gratificações, que são cortadas quando o cara se machuca ou para de trabalhar, e também pedem um aumento no valor do vale-transporte. Ou seja, tudo continua na mesma.
Cadê o diálogo, meu Deus? Não é hora de colocar lenha na fogueira, mas sim de tentar uma negociação.


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